Moderadores: Casimira Flor, Nuno Silva

construção de uma ficha de proposta a uma Comunidade de prática

construção de uma ficha de proposta a uma Comunidade de prática

 

Objectivos

 

-            Partilhar conhecimento e trocar experiências

-            Desenvolver competências, aprender uns com os outros

-            Gerar novas soluções, criar novo conhecimento nos domínios específicos de cada Rede

-            Acumular e disseminar  saber (produtos, práticas de referência, etc.)

-            Validar produtos e práticas desenvolvidas pelos participantes (validação interpares)

 

Domínios

 

É importante que cada categoria defina e delimite os domínios técnicos a debater no seu seio.  Os domínios de cada categoria  conferem-lhe identidade e legitimam a sua própria intervenção.

É fundamental que os temas a tratar se enquadrem simultaneamente nas prioridades da nossa Organização .Ou seja, os domínios a tratar devem  corresponder a problemas verdadeiramente sentidos pelos agentes envolvidos e devem ter relevância estratégica para a nossa  organização .

“É esta interacção entre o significado/sentido pessoal e a relevância estratégica que é uma potente fonte de energia e valor. Os domínios que permitem esta ponte serão capazes de inspirar a liderança e o espírito de pesquisa que marcam e caracterizam as comunidades de prática que mais se destacam”

 

Os participantes de cada Rede Temática devem questionar:

 

·         Que temas e assuntos nos preocupam?

·         O que pretendemos aprender?

·         Como é que esses domínios se articulam com a estratégia de cada organização envolvida? 

·         O que é que vamos retirar dos temas a debater?

·         Quais as questões mais importantes que merecem ser aprofundadas?

·         Que liderança estamos dispostos a assumir quando promovemos e desenvolvemos o nosso domínio?

·         Que tipo de influência pretendemos ter?

·         Que políticas pretendemos influenciar? etc.

 

Ao colocar este tipo de questões, cada tópico desenvolve e partilha uma melhor compreensão do seu respectivo domínio, consensualiza interesses, encontra a sua própria legitimidade e envolve e implica melhor os seus membros.

 

Adaptado de Wenger, E; McDermott, R; Snyder,W (2002)  Cultivating Communities of Practice, Harvard Business School Press, Boston, Massachusetts.

 As Comunidades de prática que nascerem serão posrtas à consideração de um grupo de peritos no tema .